quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Progresso


Os Reinos Renascentistas tem um diferencial: A flexibilidade, mas a flexibilidade não oficial. Qualquer cidadão pode criar sua própria organização e com ela conquistar seus próprios objetivos e aspirações. Desta forma, chancelaria, heráldica, exércitos, associações, guildas, ordens e sociedades são todos comandados por cidadãos. E são os cidadãos os que ditam as regras que regem tais instiuições, sua mobilidade, seu papel e seu impacto. Portanto, não há limites para os acontecimentos que se seguem no Reino de Portugal, ou sequer no mundo renascentista.


Porém, não são só instituições a responsabilidade dos jogadores. Grande parte do conteúdo visual no jogo é produzido por parte de seus jogadores. As pinturas, os pergaminhos, os brasões oficiais, os selos, os escudos, até os banners. Desta forma, a divulgação também cai sobre os ombros dos jogadores. Temos os mentores, nomeados pelos prefeitos das vilas, que devem apropriadamente instruir e explicar as coisas aos novos cidadãos, amenizando, desta forma, a mortalidade infantil. É um inteligente esquema pensado pela Celsius onde ao mesmo tempo incentiva o aumento populacional e também dá aos cidadãos algo a fazer. Ou seja, cuidar de uns aos outros.


Percebe-se, então, que o destino do reino recai sobre as mãos dos personagens que o compõem. Podem ascender corruptos políticos ou gloriosos líderes, são os cidadãos que fazem sua História. Estão todos tão inclinados ao fracasso quanto ao sucesso, porquanto as decisões cabem aos jogadores. Se um condado afunda na miséria, sua salvação terá de vir dos jogadores, a Celsius (empresa do jogo) não irá interferir, afinal é este o role-playing.


Nenhum comentário:

Postar um comentário